Cirurgia de Pálpebras com Laser de CO₂

Blefaroplastia em Passo Fundo

Cirurgia para remoção do excesso de pele, correção da flacidez muscular e das bolsas de gordura nas pálpebras superiores e inferiores com o Dr. Tiago Franco Martins, oftalmologista especialista em oculoplástica.

Duração estimada
1 a 2 horas
Anestesia
Local, com ou sem sedação venosa
Internação
Ambulatorial
Retorno ao trabalho
5 a 7 dias
Retirada dos pontos
7 a 12 dias
Resultado final
6 a 12 meses
Durabilidade
10 a 20 anos
Blefaroplastia em Passo Fundo - Dr. Tiago Franco Martins
Dr. Tiago Franco Martins · Membro da SBCPO · CREMERS 36477 · RQE 30834
Entenda o procedimento

O que é a blefaroplastia?

A blefaroplastia é a cirurgia plástica das pálpebras. Ela remove o excesso de pele, corrige a flacidez e trata as bolsas de gordura das pálpebras superiores e inferiores. Em Passo Fundo, o procedimento é realizado pelo Dr. Tiago Franco Martins com anestesia local, com ou sem sedação venosa, em centro cirúrgico ambulatorial, sem necessidade de internação.

Tipos de cirurgia

Blefaroplastia superior, inferior ou combinada

A técnica é escolhida a partir do exame de cada pálpebra. Muitas vezes o mesmo paciente precisa de abordagens diferentes em cima e embaixo — por isso o planejamento é sempre individual.

Pálpebras superiores

Blefaroplastia superior

Remove o excesso de pele (dermatocálase) e, quando necessário, parte da gordura que forma volume no canto interno. A incisão fica escondida no sulco natural da pálpebra, que é onde a cicatriz menos aparece. É a mais procurada e a que pode ter indicação funcional, quando a pele encobre o campo de visão.

Pálpebras inferiores

Blefaroplastia inferior

Trata as bolsas de gordura e a flacidez abaixo dos olhos. Quando o problema é só a bolsa, a cirurgia pode ser feita por dentro da pálpebra (via transconjuntival), sem cicatriz externa. Quando também há sobra de pele, a incisão fica logo abaixo dos cílios. Em alguns casos, a gordura é reposicionada para suavizar o sulco da olheira.

Quatro pálpebras

Blefaroplastia combinada

Superior e inferior no mesmo tempo cirúrgico, quando as duas regiões precisam de correção. Uma única anestesia e uma única recuperação, com planejamento que mantém a harmonia entre o olhar de cima e o de baixo.

Finalidade

Estética ou funcional

A blefaroplastia é estética quando o objetivo é rejuvenescer o olhar, e funcional quando a pele em excesso atrapalha a visão. As duas coisas costumam andar juntas. Na cirurgia funcional, a avaliação oftalmológica documenta o prejuízo visual — o que é importante para análise de convênios.

Indicações

Quando a blefaroplastia é indicada?

A avaliação individual em consulta é sempre o que define a indicação. De modo geral, estes são os sinais que mais levam pacientes de Passo Fundo e região ao consultório:

Excesso de pele nas pálpebras superiores

A pele em excesso (dermatocálase) forma dobras sobre os cílios, pesa sobre os olhos e transmite uma expressão de cansaço permanente, mesmo após uma boa noite de sono.

Bolsas de gordura sob os olhos

As bolsas nas pálpebras inferiores criam sombras e volume no sulco abaixo dos olhos, envelhecendo o rosto. Na blefaroplastia inferior, elas são reposicionadas ou removidas com precisão.

Campo de visão reduzido

Quando a pele caída avança sobre a linha do olhar, ela bloqueia a visão superior e lateral. Nesses casos, a cirurgia tem indicação funcional — devolve amplitude visual e alivia a sensação de peso.

Olhar cansado ou triste

A combinação de flacidez, dobras e bolsas muda a expressão do rosto. A blefaroplastia devolve leveza e harmonia ao olhar, respeitando as características naturais de cada paciente.

Diagnóstico correto

Nem toda pálpebra pesada se resolve com blefaroplastia

O primeiro trabalho da consulta é descobrir por que o olhar parece cansado. Algumas condições se parecem com excesso de pele, mas pedem outro tratamento — ou um tratamento associado:

Ptose palpebral

A pálpebra cai porque o músculo que a levanta está enfraquecido, e não por sobra de pele. A correção é outra cirurgia, que pode ser feita junto com a blefaroplastia. Entenda a diferença.

Sobrancelha caída

Quando a sobrancelha desce, ela empurra a pele sobre a pálpebra. Tirar só a pele não resolve e pode até piorar o aspecto. Blefaroplastia ou lifting de sobrancelhas?

Bolsas que vêm e vão

Inchaço que piora pela manhã, com alergia, sal ou pouco sono costuma ser retenção de líquido, e não gordura. Alterações da tireoide também podem mudar as pálpebras e precisam ser investigadas antes.

Olheira de pigmento

A cor escura da pele abaixo dos olhos não sai com cirurgia. Nesses casos, tratamentos de pele são mais indicados. Bolsas ou flacidez?

Quando é melhor tratar outra coisa antes

  • Olho seco moderado ou grave sem tratamento — a cirurgia pode piorar os sintomas.
  • Doença da tireoide em fase ativa, pressão alta descontrolada ou diabetes descompensado.
  • Uso de anticoagulantes sem plano definido com o médico que os prescreveu.
  • Expectativas que a cirurgia não consegue entregar, como apagar todas as rugas finas.

Isso não significa que a cirurgia está descartada: na maioria das vezes, basta controlar a condição primeiro.

O diferencial da técnica

Blefaroplastia com laser de CO₂

A cirurgia de pálpebras evoluiu. Na blefaroplastia com laser de CO₂, o bisturi tradicional dá lugar a um feixe de luz de altíssima precisão, que corta e coagula os vasos sanguíneos ao mesmo tempo. Na prática, isso significa menos sangramento durante a cirurgia, muito menos roxo e inchaço depois dela — e uma recuperação visivelmente mais tranquila. O laser ainda estimula a produção de colágeno na pele ao redor dos olhos, somando um efeito rejuvenescedor extra ao resultado.

Etapa
Com laser de CO₂
Técnica tradicional
Incisão
Feixe de luz milimétrico, que preserva a anatomia delicada das pálpebras
Bisturi ou tesoura cirúrgica
Sangramento
Mínimo — o laser sela os vasos no momento do corte
Maior, exigindo cauterização à parte
Hematomas e inchaço
Drasticamente reduzidos no pós-operatório
Mais frequentes e mais duradouros
Efeito na pele
Estímulo de colágeno (resurfacing): firmeza e textura melhores
Sem efeito adicional na qualidade da pele
Recuperação
Downtime reduzido — retorno mais rápido à rotina
Recuperação mais lenta
A técnica por dentro

Como o laser de CO₂ atua na cirurgia das pálpebras

Corta e sela ao mesmo tempo

A luz do laser de CO₂ é absorvida pela água dos tecidos. Ao cortar, ela aquece só uma faixa muito fina ao redor e fecha os pequenos vasos no mesmo instante. Por isso há menos sangramento durante a cirurgia e menos roxo e inchaço depois.

Precisão em pele muito fina

A pele das pálpebras é a mais fina do corpo. O feixe é controlado em frações de milímetro, o que permite trabalhar com delicadeza nas estruturas que sustentam a pálpebra e protegem o olho.

Olhos protegidos o tempo todo

Durante o uso do laser, os olhos ficam cobertos por protetores próprios para essa tecnologia. A segurança da visão é parte do planejamento — e é aí que a formação em oftalmologia faz diferença.

Pode tratar a qualidade da pele

Além do corte, o laser pode ser usado na superfície da pele ao redor dos olhos (resurfacing) para estimular colágeno e melhorar textura e rugas finas, quando isso fizer parte do plano. Benefícios do laser de CO₂ na blefaroplastia.

Importante: o laser é uma ferramenta, não substitui a indicação correta. O que define um bom resultado é o diagnóstico preciso, a quantidade certa de pele e gordura tratada e a experiência de quem opera. Laser ou bisturi: qual a diferença?

Passo a passo

Como funciona, da consulta ao resultado

Etapa um

Consulta e avaliação

Avaliação oftalmológica completa, exame das pálpebras e análise funcional e estética. Você sai com um diagnóstico claro — não é uma triagem.

Etapa dois

Planejamento individual

Definição da técnica (superior, inferior ou combinada), das expectativas realistas e de todo o preparo pré-operatório, caso a cirurgia seja indicada.

Etapa três

Cirurgia com laser de CO₂

Realizada com anestesia local, com ou sem sedação venosa, em centro cirúrgico, em Passo Fundo. Alta no mesmo dia, sem internação.

Etapa quatro

Acompanhamento próximo

Plano de pós-operatório detalhado, retornos programados e acompanhamento direto com o Dr. Tiago até a consolidação do resultado.

Antes da cirurgia

Como se preparar para a blefaroplastia

As orientações completas são entregues por escrito na consulta. Em linhas gerais, o preparo envolve:

Avaliação oftalmológica completaVisão, lágrima e olho seco, posição das pálpebras e, quando a indicação é funcional, exame de campo visual. Fotos padronizadas registram o antes.
Exames pré-operatóriosPedidos de acordo com a idade e a saúde de cada paciente, para que a cirurgia e a anestesia sejam feitas com segurança.
Revisão dos medicamentosAnticoagulantes, AAS e alguns suplementos (como ginkgo, ômega 3 e vitamina E) podem aumentar o sangramento. Nunca suspenda por conta própria: a conduta é combinada com o médico que os prescreveu.
Parar de fumarO cigarro prejudica a circulação e a cicatrização. Quanto antes parar, melhor para o resultado.
No dia da cirurgiaRosto limpo, sem maquiagem ou cremes, jejum conforme a orientação da anestesia e roupas confortáveis.
AcompanhantePor causa da infiltração anestésica e do uso de pomada oftalmológica, que embaça a visão, é preciso ter alguém para levar você para casa. Não é permitido dirigir no dia.
Pós-operatório

Como é a recuperação da blefaroplastia?

Com a técnica a laser de CO₂, o pós-operatório costuma surpreender pela tranquilidade. Esta é a linha do tempo típica — o plano exato é entregue por escrito na consulta:

Primeiros 3 dias

Repouso relativo, compressas geladas e cabeceira elevada. O inchaço é leve a moderado e os hematomas, quando aparecem, são discretos graças à coagulação do laser.

5 a 7 dias

Retorno liberado para trabalhos de escritório e home office. Óculos escuros são bem-vindos nos primeiros dias.

7 a 12 dias

Retirada dos pontos, quando necessária, no retorno ao consultório.

2 semanas

Liberação gradual para atividades físicas. A maior parte do inchaço já cedeu e o olhar começa a mostrar o novo contorno.

6 meses

Resultado final consolidado: cicatrizes praticamente imperceptíveis, escondidas nas linhas naturais das pálpebras, e pele totalmente acomodada.

Cuidados que aceleram a recuperação

  • Compressas frias nos primeiros dias, conforme orientação.
  • Dormir com a cabeceira elevada e evitar abaixar a cabeça ou fazer força.
  • Usar os colírios e pomadas prescritos nos horários indicados.
  • Evitar sol e usar óculos escuros ao sair de casa.
  • Maquiagem nos olhos e lentes de contato só depois da liberação no retorno, em geral a partir de duas semanas.
  • Telas são permitidas com pausas: os olhos podem ressecar mais nas primeiras semanas.

Procure o médico imediatamente se houver

  • Dor forte que aumenta em vez de melhorar.
  • Piora ou perda da visão.
  • Inchaço súbito, endurecido, de um lado só.
  • Sangramento que não para com compressão leve.
  • Febre, vermelhidão crescente ou secreção com pus.
Segurança

Riscos e como eles são reduzidos

Como toda cirurgia, a blefaroplastia tem riscos. Eles são pouco frequentes quando a indicação e a técnica são corretas, e conhecê-los faz parte de uma decisão consciente.

Olho seco e irritaçãoComuns nas primeiras semanas e quase sempre passageiros. Avaliar a lágrima antes da cirurgia é a principal forma de prevenção.
Dificuldade para fechar os olhosPode acontecer de forma temporária pelo inchaço. Retirar a quantidade certa de pele — nem mais, nem menos — evita que se torne permanente.
AssimetriaPequenas diferenças entre os lados são naturais no rosto e costumam se acomodar com a recuperação. Ajustes raramente são necessários.
Alteração da pálpebra inferiorA pálpebra de baixo pode ficar mais afastada do olho se houver flacidez não tratada. Por isso a firmeza da pálpebra é medida antes, e o canto do olho é reforçado quando necessário.
Hematoma e cicatrizRoxos discretos são esperados; hematomas maiores são pouco comuns, e a técnica com laser reduz o sangramento. Cicatrizes alargadas são raras nas pálpebras.
Sangramento atrás do olhoComplicação muito rara, mas grave, que exige atendimento imediato. É o motivo dos sinais de alerta acima e de a cirurgia ser feita por um especialista em olhos, em ambiente hospitalar.
Dr. Tiago Franco Martins - Cirurgião Oculoplástico em Passo Fundo
A escolha do cirurgião

Por que operar as pálpebras com um cirurgião oculoplástico?

As pálpebras não são apenas pele: elas protegem os olhos, distribuem a lágrima e participam diretamente da visão. O cirurgião oculoplástico é o médico oftalmologista com especialização exclusiva nessa região — o único cuja formação primária inclui o domínio completo da anatomia palpebral e do impacto visual de cada milímetro operado. É por isso que a blefaroplastia com um oculoplasta une o refinamento estético à máxima segurança para a sua saúde ocular.

Domínio da anatomia do olhar

Formação específica em pálpebras, órbita e vias lacrimais — a região exata da blefaroplastia.

Segurança para a visão

Como oftalmologista, o Dr. Tiago avalia e protege a função visual antes, durante e depois da cirurgia.
Dr. Tiago Franco Martins - Cirurgião Oculoplástico
Dr. Tiago Franco Martins
Cirurgião Oculoplástico
Sobre o especialista

Formação e Especialização

Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS
Residência Médica em Oftalmologia no Hospital de Clínicas de Porto Alegre – HCPA
Título de Especialista em Oftalmologia pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e pela Associação Médica Brasileira (AMB)
Especialização (fellowship) em Oculoplástica (Plástica Ocular, Órbita e Vias Lacrimais) no Hospital Banco de Olhos de Porto Alegre - HBO
Membro da SBCPO (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular)
No site da SBCPO é possível pesquisar quem é especialista em cirurgia plástica ocular credenciado pela sociedade. Confira a busca de Passo Fundo ↗
CREMERS 36477 · RQE 30834
Dúvidas frequentes

Perguntas sobre a Blefaroplastia

Respostas diretas do Dr. Tiago Franco Martins sobre a cirurgia de pálpebras em Passo Fundo.

Em geral, entre 1 e 2 horas, dependendo de a cirurgia envolver apenas as pálpebras superiores, apenas as inferiores ou as duas ao mesmo tempo. Como é um procedimento ambulatorial, o paciente recebe alta no mesmo dia.
Durante a cirurgia, não — ela é realizada com anestesia local, com ou sem sedação venosa, e o paciente permanece confortável o tempo todo. No pós-operatório, o desconforto costuma ser leve e bem controlado com analgésicos comuns, especialmente na técnica a laser de CO₂, que reduz o trauma dos tecidos.
O oftalmologista oculoplástico é especializado na anatomia e fisiologia específica dos olhos e pálpebras, o que inclui domínio sobre o impacto visual do procedimento — algo que outros cirurgiões não têm como formação primária. O Dr. Tiago Franco Martins possui essa especialização focada, com atuação exclusiva em oculoplástica, o que resulta em maior segurança para a saúde visual e precisão estética na região periocular. Como membro da SBCPO, o Dr. Tiago aparece na busca de especialistas credenciados em cirurgia plástica ocular do site da sociedade.
A consulta com o Dr. Tiago Franco Martins em Passo Fundo inclui avaliação oftalmológica, exame das pálpebras, análise funcional e estética, discussão das expectativas e, se indicado, já o planejamento cirúrgico. Não é uma "triagem" — você sai da consulta com um diagnóstico claro e as próximas etapas definidas.
A blefaroplastia é realizada com anestesia local, com ou sem sedação venosa, em centro cirúrgico ambulatorial — sem necessidade de internação.
Para trabalhos de escritório e home office, o retorno costuma ser possível entre 5 e 7 dias. Atividades físicas intensas e esforços devem ser evitados por pelo menos 2 semanas. O Dr. Tiago Franco Martins fornece um plano de pós-operatório detalhado na consulta, incluindo atestado médico quando necessário.
As incisões são feitas em áreas estratégicas, como o sulco da pálpebra superior ou logo abaixo da linha dos cílios da pálpebra inferior. Com o tempo, as cicatrizes tendem a ficar discretas ou praticamente imperceptíveis. Nas pálpebras inferiores, a incisão pode ser feita internamente, na conjuntiva, sem cicatriz externa.
Não existe uma idade fixa. A indicação depende do grau de flacidez, das bolsas e do impacto funcional — há pacientes com indicação antes dos 40 anos e outros que operam depois dos 70 com excelente resultado. A avaliação individual em consulta é o que define o momento certo.
Quando o excesso de pele compromete objetivamente o campo de visão, a blefaroplastia superior pode ter caráter funcional, e não apenas estético. Nesses casos, a documentação da avaliação oftalmológica é essencial. Cada convênio tem regras próprias — na consulta, o Dr. Tiago orienta sobre a documentação necessária para a análise do seu plano.
O resultado final da blefaroplastia — com cicatriz consolidada e pele totalmente acomodada — é observado entre 6 e 12 meses após a cirurgia, embora a melhora já seja visível nas primeiras semanas.
A blefaroplastia remove tecido de forma permanente, mas o envelhecimento natural continua após a cirurgia. A maioria dos pacientes mantém o resultado por 10 a 20 anos. Proteção solar, não fumar e cuidados com a pele prolongam significativamente a durabilidade.
Sim. Todas as blefaroplastias são planejadas pelo Dr. Tiago Franco Martins com foco em realçar o olhar sem exageros e sem aspecto "repuxado", respeitando as características individuais de cada paciente.
O objetivo é o mesmo: tratar o excesso de pele, gordura e flacidez. A diferença está no instrumento. O laser de CO₂ corta e fecha os pequenos vasos ao mesmo tempo, o que reduz o sangramento, os roxos e o inchaço no pós-operatório. Em ambas, o que define o resultado é a indicação correta e a experiência do cirurgião. Leia mais.
O valor depende do tipo de cirurgia (superior, inferior ou das quatro pálpebras), da técnica, da equipe de anestesia e da estrutura hospitalar. Por isso, o orçamento é feito depois da avaliação, quando o plano cirúrgico está definido. Leia mais.
Sim. Quando as duas regiões precisam de correção, a blefaroplastia das quatro pálpebras pode ser feita no mesmo tempo cirúrgico, com uma única anestesia e um único período de recuperação.
Não. Na ptose, a pálpebra cai porque o músculo que a levanta está enfraquecido, e não por excesso de pele. A correção é feita com outra técnica, que pode ser associada à blefaroplastia na mesma cirurgia quando os dois problemas existem. Leia mais.
Em geral, a partir de duas semanas, quando a cicatrização está adequada. A liberação é feita no retorno, conforme a evolução de cada paciente.
Pode, mas o olho seco precisa ser avaliado e tratado antes. A cirurgia pode piorar temporariamente os sintomas, por isso o planejamento é mais conservador e o acompanhamento da superfície ocular é parte do cuidado.
Em geral, a direção é liberada após alguns dias, quando a visão está confortável e o inchaço não atrapalha. A orientação é individual.
Sim, e a procura é crescente. O planejamento respeita as características do olhar masculino, como o sulco palpebral mais baixo, para que o resultado seja natural e não altere a expressão.
Não deve mudar. O objetivo é tratar excesso de pele, bolsas e flacidez preservando o formato e a identidade do olhar. Quando há flacidez importante na pálpebra inferior, o canto do olho é reforçado justamente para manter o formato. Leia mais.
Anticoagulantes, AAS e alguns suplementos podem aumentar o sangramento e costumam precisar de ajuste. Nunca suspenda um medicamento por conta própria: a conduta é definida na consulta, junto com o médico que o prescreveu.

Seu olhar merece a precisão de quem é especialista.

Agende sua avaliação para blefaroplastia em Passo Fundo com o Dr. Tiago Franco Martins e saia da consulta com um diagnóstico claro e um plano definido — do planejamento ao resultado final.

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